domingo, 4 de agosto de 2013


SERPA

Pulo do Lobo

Castelo de Serpa

Plano de Actividades
Preâmbulo

O Presente Plano de Actividades, insere-se no âmbito das medidas preconizadas pelos Estatutos da Associação Grupo Serpenses no Mundo e visa sistematizar os elementos básicos e fundamentais pelos quais se regerá todo o processo de organização desta Associação para os anos de 2013/2015
Nota Introdutória
Não obstante o Plano de Actividades para o próximo triénio ser da competência e capacidade de execução da Direcção da Associação, este plano que tem em vista a prossecução de actividades com objectivos definidos para que sejam alcançados os resultados desejados é extensivo a todos os elementos que compõe os Corpos Sociais da Associação.
Assim:
- A Associação tem em vista em primeiro lugar a divulgação da sua existência e a congregação dos Serpenses convidando-os a serem seus associados

- Dar inicio tão breve quanto possível ao estabelecimento de acordos de parcerias tanto com as forças vivas do Concelho assim como com estabelecimentos comerciais e/ou serviços a fim de tentar obter para os seus associados benefícios, sendo um ponto de referencia da divulgação das empresas sediadas no Concelho ou gerenciadas por Serpenses em qualquer parte do mundo.

- Estão também nos planos da Associação embora nos primeiros tempos e na maioria dos casos apenas na questão moral, apoiar actividades culturais como o sejam O Cante Alentejano em toda a linha; O Teatro; as Artes nas suas diversas vertentes assim como Espectáculos diversos os quais visem levar longe o nome da nossa terra.

- Homenagear e levantar bem alto os nomes de todos os que no passado como no presente souberam honrar e divulgar o Concelho de Serpa.

- Divulgar de todas as formas que formos capazes não só a Cidade de Serpa mas todo o nosso Concelho.

- Apoiar as actividades desportivas e/ou tradicionais assim como as festas religiosas ou pagãs que tiverem lugar no Concelho de Serpa.

Serpa, 6 de Junho de 2013
                                                                       A Direcção


sábado, 3 de agosto de 2013

SERPA


Serpa é tão antiga quem bem poderíamos dizer que vem da noite dos tempos. Não se sabe quem a fundou, existem apenas lendas que como lenda que é podemos começar assim:
Era uma vez
Era uma vez uma linda princesa chamada Serpínia que vivia nas terras para lá das montanhas seu pai Cófilas, rei dor Túrdulos, tribo da Ibéria era um bom homem.
Num país vizinho vivia um outro rei da tribo Celta que era cruel e muito ambicioso Rolarte, que ao ver Serpínia logo quis casar com ela mas a princesa recusou. Pouco depois o príncipe Orosiano visitou Serpínia e seu pai, os dois príncipes logo se enamoraram e decidiram casar. Quando Rolarte soube do casamento jurou vingar-se. Reuniu os seus homens e foi fazer guerra a Orosiano que morreu na batalha. Não contente com a morte do seu rival investiu também contra o pai de Serpinia mas este informado do que se preparava abalou para as longínquas paragens na outra banda da península Ibérica e depois de andarem léguas e léguas chegaram a terras cobertas de luxuriantes verduras, perfumes das flores campestres e abundancia. Serpínia logo se encantou daquele lugar e o rei seu pai logo ali mandou que se construísse uma cidade que seria a nova capital do reino. Em homenagem a Serpínia deram à cidade o nome de Serpe.
Por outro lado conta-se:
Era uma vez uma terra lendária, chamada Serpe,  onde abundavam serpentes  aladas que não eram nem mais nem menos que princesas encantadas dominadas por uma outra Serpente que vivia acoitada nas margens do rio Anas. Era porém uma serpente protectora pois logo que sentia em perigo,  as suas terras e as gentes que a habitavam, logo se apressava para as defender saindo sempre vitoriosa.
                                                        .
Há quem advogue que o nome de Serpa terá a seguinte origem:
A palavra "SERPA" adoptada pelos árabes, deriva naturalmente de Cherba, Nos tempos antigos tomou muitas vezes a forma de Serpia, como se encontra numa inscrição do séc.. XIV e em vários documentos anteriores. Existem ainda vários documentos que admitem os nomes: Cirpis; Sirpis, Séria, Flama Júlia e por fim Serpa.