sábado, 10 de agosto de 2013
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
terça-feira, 6 de agosto de 2013
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
domingo, 4 de agosto de 2013
Preâmbulo
O Presente Plano de Actividades,
insere-se no âmbito das medidas preconizadas pelos Estatutos da Associação
Grupo Serpenses no Mundo e visa sistematizar os elementos básicos e
fundamentais pelos quais se regerá todo o processo de organização desta
Associação para os anos de 2013/2015
Nota
Introdutória
Não obstante o Plano de Actividades para
o próximo triénio ser da competência e capacidade de execução da Direcção da
Associação, este plano que tem em vista a prossecução de actividades com
objectivos definidos para que sejam alcançados os resultados desejados é
extensivo a todos os elementos que compõe os Corpos Sociais da Associação.
Assim:
- A Associação
tem em vista em primeiro lugar a divulgação da sua existência e a congregação
dos Serpenses convidando-os a serem seus associados
- Dar inicio tão
breve quanto possível ao estabelecimento de acordos de parcerias tanto com as
forças vivas do Concelho assim como com estabelecimentos comerciais e/ou
serviços a fim de tentar obter para os seus associados benefícios, sendo um
ponto de referencia da divulgação das empresas sediadas no Concelho ou
gerenciadas por Serpenses em qualquer parte do mundo.
- Estão também
nos planos da Associação embora nos primeiros tempos e na maioria dos casos
apenas na questão moral, apoiar actividades culturais como o sejam O Cante
Alentejano em toda a linha; O Teatro; as Artes nas suas diversas vertentes
assim como Espectáculos diversos os quais visem levar longe o nome da nossa
terra.
- Homenagear e
levantar bem alto os nomes de todos os que no passado como no presente souberam
honrar e divulgar o Concelho de Serpa.
- Divulgar de
todas as formas que formos capazes não só a Cidade de Serpa mas todo o nosso
Concelho.
- Apoiar as
actividades desportivas e/ou tradicionais assim como as festas religiosas ou
pagãs que tiverem lugar no Concelho de Serpa.
Serpa, 6 de Junho
de 2013
A Direcção
sábado, 3 de agosto de 2013
SERPA
Serpa é tão antiga quem bem poderíamos dizer que vem
da noite dos tempos. Não se sabe quem a fundou, existem apenas lendas que como
lenda que é podemos começar assim:
Era uma vez
Era uma vez uma linda princesa chamada Serpínia que vivia nas terras para lá das montanhas seu pai Cófilas, rei dor Túrdulos, tribo da Ibéria era um bom homem.
Num país vizinho vivia um outro rei da tribo Celta que era cruel e muito ambicioso Rolarte, que ao ver Serpínia logo quis casar com ela mas a princesa recusou. Pouco depois o príncipe Orosiano visitou Serpínia e seu pai, os dois príncipes logo se enamoraram e decidiram casar. Quando Rolarte soube do casamento jurou vingar-se. Reuniu os seus homens e foi fazer guerra a Orosiano que morreu na batalha. Não contente com a morte do seu rival investiu também contra o pai de Serpinia mas este informado do que se preparava abalou para as longínquas paragens na outra banda da península Ibérica e depois de andarem léguas e léguas chegaram a terras cobertas de luxuriantes verduras, perfumes das flores campestres e abundancia. Serpínia logo se encantou daquele lugar e o rei seu pai logo ali mandou que se construísse uma cidade que seria a nova capital do reino. Em homenagem a Serpínia deram à cidade o nome de Serpe.
Era uma vez
Era uma vez uma linda princesa chamada Serpínia que vivia nas terras para lá das montanhas seu pai Cófilas, rei dor Túrdulos, tribo da Ibéria era um bom homem.
Num país vizinho vivia um outro rei da tribo Celta que era cruel e muito ambicioso Rolarte, que ao ver Serpínia logo quis casar com ela mas a princesa recusou. Pouco depois o príncipe Orosiano visitou Serpínia e seu pai, os dois príncipes logo se enamoraram e decidiram casar. Quando Rolarte soube do casamento jurou vingar-se. Reuniu os seus homens e foi fazer guerra a Orosiano que morreu na batalha. Não contente com a morte do seu rival investiu também contra o pai de Serpinia mas este informado do que se preparava abalou para as longínquas paragens na outra banda da península Ibérica e depois de andarem léguas e léguas chegaram a terras cobertas de luxuriantes verduras, perfumes das flores campestres e abundancia. Serpínia logo se encantou daquele lugar e o rei seu pai logo ali mandou que se construísse uma cidade que seria a nova capital do reino. Em homenagem a Serpínia deram à cidade o nome de Serpe.
Por outro lado conta-se:
Era uma vez uma terra lendária,
chamada Serpe, onde abundavam serpentes aladas que não eram nem
mais nem menos que princesas encantadas dominadas por uma outra Serpente que
vivia acoitada nas margens do rio Anas. Era porém uma serpente protectora pois
logo que sentia em perigo, as suas terras e as gentes que a
habitavam, logo se apressava para as defender saindo sempre vitoriosa.
.

Há quem advogue que o nome de Serpa
terá a seguinte origem:
A palavra "SERPA"
adoptada pelos árabes, deriva naturalmente de Cherba, Nos tempos antigos tomou
muitas vezes a forma de Serpia, como se encontra numa inscrição do séc.. XIV e
em vários documentos anteriores. Existem ainda vários documentos que admitem os
nomes: Cirpis; Sirpis, Séria, Flama Júlia e por fim Serpa.
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